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All IPCC definitions taken from Climate Change 2007: The Physical Science Basis. Working Group I Contribution to the Fourth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change, Annex I, Glossary, pp. 941-954. Cambridge University Press.

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Há consenso científico a respeito do aquecimento global?

O que a ciência diz...

A posição das Academias de Ciências de 19 países, mais várias organizações científicas que estudam climatologia, é que os seres humanos estão causando o aquecimento global. Mais especificamente, 97% dos climatologistas que ativamente publicam estudos endossam a posição do consenso.

Argumento cético...

O Petition Project inclui mais de 31.000 cientistas assinando a petição que declara que "não há nenhuma evidência científica convincente que as emissões humanas de dióxido de carbono causará, dentro do futuro que podemos prever, um aquecimento catastrófico da atmosfera terrestre". (Petition Project)

O "Projeto Consenso" do Skeptical Science em 2013

Cientistas têm que embasar suas opiniões com pesquisa e dados que sobrevivam ao processo de revisão por pares. Uma pesquisa do Skeptical Science, publicada em periódico científico, analisou todos (mais de 12 mil) resumos de artigos publicados entre 1991 e 2011 sobre os temas "mudanças climáticas globais" e "aquecimento global" (Cook et al. 2013). Concluíram que mais de 97% dos artigos que tomavam alguma posição a respeito do assunto conconrdavam com o consenso de que os seres humanos são a causa do aquecimento global. Numa segunda fase do projeto, os cientistas receberam um email e autoavaliaram 2.000 de seus próprios artigos. Novamente, mais de 97% deles concordaram que os seres humanos são a causa.

Oreskes 2004 e Peiser

Uma pesquisa de todos os resumos de publicações revisadas por pares sobre o tema "mudanças climáticas globais", no período de 1993 a 2003, mostra que nenhum deles rejeita a posição de consenso de que o aquecimento é causado pelo homem (Oreskes 2004). 75% dos artigos concordaram com a posição de consenso, e os 25% restantes não faziam comentário a respeito (apenas discorriam a respeito de métodos de análise de dados de paleoclima).

Benny Peiser, um contestador do aquecimento, repetiu a pesquisa de Oreskes e afirmou ter encontrado 34 artigos que rejeitavam o consenso. Entretanto, ao se investigar cada um desses 34 textos, percebeu-se que a grande maioria deles não rejeitava o consenso de forma alguma. Os artigos restantes não eram revisados por pares, sendo apenas editoriais ou cartas. Desde então, Peiser retirou suas críticas a Oreskes.

"Apenas um pequeno número de resumos discorda ou duvida do consenso em torno do Aquecimento Global Antrópico (AGA), e por isso eu publicamente retirei este ponto da minha crítica. (...) Acredito que ninguém contesta que estamos num período de aquecimento global. Nem duvido que a maioria esmagadora dos climatologistas concorde que o aquecimento atual tenha causas principalmente humanas."

Doran 2009

Uma pesquisa posterior confirmou este resultado. foi perguntado a 3146 cientistas "Você acha que as atividades humanas contribuem de forma significativa para mudar as temperaturas médias globais?" (Doran 2009). Mais de 90% dos entrevistados tinham doutorado, e 7% tinham mestrado. Ao todo, 82% deles respoderam que sim. Entretanto, o mais interessante foi comparar as respostas com o nível de proficiência em climatologia. Entre os cientistas que não publicavam pesquisas e não eram da área de climatologia, apenas 77% responderam sim. Em contraste, 97,5% dos climatologistas em atividade, que publicavam trabalhos, responderam sim. Conforme aumentava o nível de compreensão do sistema climático, aumentava também a concordância de que o ser humano tinha influência importante em mudar as temperaturas globais.

Figura 1: Resposta à pesquisa com a pergunta "Você acha que as atividades humanas contribuem de forma significativa para mudar as temperaturas médias globais?" (Doran 2009) Os dados resultantes de respostas do público em geral são de uma pesquisa do Gallup de 2008.

Mais impressionante é a diferença entre os climatologistas em atividade (97,4%) e o público em geral (58%). O artigo conclui:

"Aparentemente, o debate sobre a autenticidade do aquecimento global e o papel das atividades humanas é largamente não-existente entre aqueles que conhecem os detalhes e a base científica dos processos climáticos de longo prazo. O desafio, na verdade, parece ser como comunicar este fato àqueles que determinam as políticas públicas e ao público em geral, que erroneamente continua a ter percepção de debate entre os cientistas."

Anderegg 2010

Este consenso esmagador entre cientistas do clima é confirmado por outro estudo indepentente que inquiriu todos os climatologistas que assinaram declarações públicas apoiando ou rejeitando o consenso. Eles concluíram que entre 97 e 98% dos especialistas apóiam o consenso. (Anderegg 2010) Além disso, eles cruzaram as respostas com o número de publicações de cada cientista, como uma medida de sua proficiência em climatologia. O resultado foi que o número de trabalhos publicados dos cientistas que não estão convencidos ('céticos') é aproximadamente a metade dos publicados por aqueles que se convenceram pelas evidências. Além de haver uma diferença colossal entre o número de cientistas convencidos e os não convencidos, há ainda uma grande diferença de proficiência entre os dois grupos.

Figura 2: Distribuição dos cientistas convencidos pelas evidências do Aquecimento Global Antrópico (AGA), em verde, e os não convencidos, em vermelho. O eixo horizontal indica o número de publicações, e o vertical o número de cientistas em cada faixa. (Anderegg 2010)

Vision Prize

O Vision Prize é uma pesquisa online, inquirindo cientistas a respeito dos riscos climáticos. É uma plataforma de pesquisas imparcial e independente, que ativamente busca inquirir especialistas de importantes questões científicas que são relevantes àqueles que formulam políticas públicas. Além de analisar a percepção dos cientistas, o Vision Prize ainda pediu aos participantes climatólogos que predissessem a percepção de seus colegas. A área de atuação dos participantes está representada na figura 3.

Figura 3: Área de atuação dos participantes do Vision Prize.

Como a figura mostra, cerca de 85% dos participantes são acadêmicos, e aproximadamente metade atua em geociências. Portanto, o seu grau de conhecimento relevante é bastante bom.

Cerca de 90% responderam que a atividade humana foi a primeira causa influindo as temperaturas globais nos últimos 250 anos, com os 10% restantes respondendo que foi uma causa secundária. Nenhum deles respondem que o homem não influía na temperatura, nem que as temperaturas não subiram nesse período. Ressalte-se que os participantes previram que menos de 80% apontariam o homem como causa principal, e que haveria pequena porcentagem rejeitando qualquer participação humana. O consenso foi significativamente melhor que o previsto (Figura 4).

Figura 4: Respostas ao Vision Prize em pontos percentuais (colunas), comparados às percentagens esperadas (círculos). A pergunta feita foi: "Qual foi a influência da atividade humana na média das temeraturas oceânicas nos últimos 250 anos?"

 

Organizações científicas que endossam o consenso

As seguintes organizações científicas endossam a posição de consenso que "a maior parte do aquecimento global nas décadas recentes pode ser atribuída às atividades humanas":

As academias de 19 diferentes países endossam todas o consenso. 11 países assinaram uma declaração conjunta endossando a posição de consenso:

 

  • Academia Brasileira de Ciências
  • Royal Society of Canada
  • Chinese Academy of Sciences
  • Academie des Sciences (França)
  • Deutsche Akademie der Naturaforscher Leopoldina (Alemanha)
  • Indian National Science Academy
  • Accademia dei Lincei (Itália)
  • Science Council of Japan
  • Russian Academy of Sciences
  • Royal Society (Reino Unido)
  • National Academy of Sciences (EUA) (release de 12 de março de 2009)

Uma carta de 18 organizações científicas para o congresso dos EUA afirma:

 

"Observações por todo o mundo deixam claro que as mudanças climáticas estão ocorrendo, e pesquisas científicas rigorosas demonstram que os gases estufa emitidos pelas atividades humanas são seu principal causador. Estas conclusões são baseadas em múltiplas linhas independentes de evidência, e afirmações em contrário são inconsistentes com uma avaliação objetiva do vasto acervo de ciência revisada por pares".

 

O consenso também foi endossado por uma declaração conjunta da Network of African Science Academies (NASAC), incluindo as seguintes organizações:

  • African Academy of Sciences
  • Cameroon Academy of Sciences
  • Ghana Academy of Arts and Sciences
  • Kenya National Academy of Sciences
  • Madagascar's National Academy of Arts, Letters and Sciences
  • Nigerian Academy of Sciences
  • l'Académie des Sciences et Techniques du Sénégal
  • Uganda National Academy of Sciences
  • Academy of Science of South Africa
  • Tanzania Academy of Sciences
  • Zimbabwe Academy of Sciences
  • Zambia Academy of Sciences
  • Sudan Academy of Sciences

Outras Academias de Ciências que endossam o consenso:

Translation by Alexandre, . View original English version.



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