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All IPCC definitions taken from Climate Change 2007: The Physical Science Basis. Working Group I Contribution to the Fourth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change, Annex I, Glossary, pp. 941-954. Cambridge University Press.

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As medições de temperatura de superfície são confiáveis?

O que a ciência diz...

Vários estudos sobre o efeito de ilhas urbanas de calor e influência da localização dos medidores concluíram que eles têm influência desprezível nas tendências de longo prazo, particularmente quando feita a média de regiões extensas.

Argumento cético...

"As estações meteorológicas dos EUA foram dispostas próximas a exaustores de aparelhos de ar condicionado, rodeadas por estacionamentos com piso de asfalto, em telhados escaldantes, e próximos a calçadas e prédios que absorvem e irradiam calor. 89% das estações não se adequam aos requisitos do próprio Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, que recomenda que as estações devem estar a 30 m de distância de qualquer fonte artificial de calor ou superfície irradiativa/reflexiva." (Watts 2009)

O objetivo de melhorar os dados de temperatura é algo com o qual todos concordamos, e neste ponto, os esforços de Anthony Watts e Steve McIntyre são dignos de elogio. Porém sua pressuposição de que melhorar os registros de temperatura removeria ou diminuiria significativamente o aquecimento global é errada.

Compensando o efeito das Ilhas Urbanas de Calor

Ao compilar os registros de temperatura, o NASA GISS faz grandes esforços para remover qualquer possível influência do efeito das Ilhas Urbanas de Calor. Eles comparam tendências de longo prazo urbanas com as tendências rurais próximas, e então ajustam a tendência urbana para que concorde com a rural. O processo é descrito em detalhe no website da NASA (Hansen 2001).

Eles descobriram que na maioria dos casos, o aquecimento urbano era pequeno e estava dentro das margens de incerteza. Surpreendentemente, 42% das tendências urbanas indicam menos aquecimento que as estações meteorológicas rurais, uma vez que estão muitas vezes localizadas em ilhas frias (por exemplo, em um parque dentro da cidade). O argumento é que eles têm consciência deste efeito das ilhas de calor, e rigorosamente o compensam quando analisam os registros de temperatura. Mais sobre as Ilhas Urbanas de Calor...

O blog Climate Audit e o erro "Y2K" da NASA

A descoberta de Steve McIntyre, de um erro nos dados de temperatura da NASA, foi um feito impressionante. Não se iluda, foi um erro embaraçoso por parte da NASA. Mas qual sua significância?

A Figura 1 compara a tendência global de temperatura antes e depois de corrigido o erro. Antes disso ser descoberto, a tendência global era de 0,185ºC por década. Depois de feitas as correções, a tendência ainda era de 0,185ºC por década. A mudança na média global foi menos de um milésimo de grau. Mais sobre o erro "Y2K" da NASA...

Figura 1: As anomalias de temperatura globais antes (quadrados vermelhos) e depois (losangos pretos) da correção da NASA do "Y2K" (Open Mind)

 

Outras linhas de evidência para o aumento de temperatura

As tendências da temperatura de superfície são também confirmadas por várias fontes independentes:

 Reanálises de dados também mostraram a mesma tendência de aquecimento. Uma "reanálise" é uma simulação do passado, meteorológica ou climática, feita por modelos, que incorpora dados de observações históricas. Comparações de reanálise feitas por Vose et al. (2012) e Compo et al. (2013) encontram tendências praticamente idênticas àquelas das observações instrumentais (Fig. 2).

Figura 2: Comparação entre as séries temporais das anomalias de temperatura quase-globais (90ºN - 60ºS) entre o 20CR e as estimativas baseadas nas estações meteorológicas.

Translation by Alexandre, . View original English version.



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